A verdade prevaleceu. A segurança jurídica voltou. E os clubes de tiro, finalmente, voltam a respirar.
Após um período de enorme instabilidade, insegurança e apreensão em todo o país, a chamada “Operação Kamikaze” chega ao fim — e com ela, encerra-se também um ciclo de incertezas que atingia diretamente empresários, atletas e toda a comunidade do tiro desportivo.
O recente posicionamento institucional, materializado no Informativo nº 002/2026 da DFPC, trouxe clareza definitiva:
✔️ Clubes de tiro podem operar sob diferentes naturezas jurídicas previstas em lei
✔️ Empresas estão legalmente amparadas para exercer suas atividades
✔️ Não há espaço para interpretações arbitrárias ou perseguições
Esse entendimento reforça aquilo que sempre defendemos: quem atua dentro da lei deve ser respeitado e protegido.
Mas é importante deixar claro: esse resultado não veio por acaso.
Foi fruto de uma luta conjunta, firme e coordenada:
🤝 Confederação Brasileira de Tiro Tático – CBTT
🤝 PL Defesa
🤝 Gabinete do Deputado Marcos Pollon
O deputado Marcos Pollon, em voz uníssona com a coletividade, não se omitiu. Ao tomar conhecimento da operação em andamento, cobrou, questionou e atuou — e sua intervenção foi fundamental para que esse desfecho fosse alcançado.
Hoje, o que se restabelece não é apenas um entendimento técnico.
É algo muito maior: a paz jurídica.
Paz para quem investiu, gerou empregos, acreditou no país e construiu seus negócios dentro da legalidade.
Paz para os clubes que sustentam o esporte.
Paz para toda uma comunidade que não aceita mais ser tratada com insegurança e arbitrariedade.
📢 A mensagem é clara:
a legalidade venceu.
E quando há união, coragem e atuação institucional séria, o resultado aparece.
Seguimos vigilantes. Seguimos firmes. Seguimos juntos.
Confira aqui o informativo na íntegra: Informativo nº 002/2026

